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José A. Carvalho
(home.carvalho@clix.pt)
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Parece-me vital para a política e para os cidadãos que a "coisa" pública seja encarada rigor e exigência. Nós "povo" não somos propriamente um bando de pardais.
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Povo
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Estive lá. é extraordinário como as notícias saem deturpadas da realidade!!começa pelo nº de pessoas que não eram 80 mas cerca de 300 (pode ser um problema de visão de quem escreveu o artigo...)não vi ninguém vestido com roupa de domingo. Vi pessoas bem vestidas, de forma adequada à ocasião. Apesar de estar muito calor não se ia propriamente para a praia...haja bom senso!A alusão a uma pessoa que lá estava e que é anão é, para não dizer pior, de muito mau tom e falta de educação; quanto ás palmas, se se batem é porque deviam ter sido instigados, se não se batem é porque ninguém teve interesse. Realmente.... primeiro ouve-se e depois vêm as palmas: foi o que sempre vi em todo o lado. Mas nem vou mais ao pormenor de criticar esta notícia. Ela fala por sí só! Está à vista a imparcialidade com que se escreve hoje em dia e está bem patente que se pode querer tentar destruir só por prazer. Jornalismo triste, o nosso! sobre o que interessa para o País, nem uma linha...
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Aqui d'El Rey
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Esta notícia é que é um espectáculo - por sinal péssimo, - e não lhe ficava mal uma bela “roupa de domingo” porque é demasiado andrajosa.
Há muito que constato que este país está cada vez mais provinciano. Não que tenha alguma coisa contra a província, até porque sou de lá, mas recorro ao conceito pelo útil que se torna para simbolizar um certo atraso. E – um certo atraso – é o meu lado mais indulgente a observar, uma vez que a realidade prova que quem escreveu este artigozinho, ou estava no Cazaquistão no momento da apresentação da candidatura de Pedro Santana Lopes, e escreveu o que lhe veio à mona lisa (entenda-se lisa como a ausência de sinapses) ou então enganou-se na profissão.
As referências à quantidade e momento dos aplausos, às indumentárias de cada um, ao número de pessoas de forma capciosa(80, 90 ou 100) às cores dos cabelos etc., são de uma pobreza tal e de uma falta de capacidade em saber distinguir informação de calhandrice que chego a ficar assustada. Porque é, de facto, um susto que estes “neurónios anões” tenham emprego em jornais.
Para que se saiba: o importante foi a consistência, a coragem e a modernidade do discurso de Pedro Santana Lopes. Tudo o resto é acessório, e só serve para despistar incautos daquilo que é realmente importante: o país e as escolhas que podemos fazer num acto de participação cívica e política activa e consciente.
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Haja paciência...
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Desta não noticia destacaria a pobreza de conteúdo... porque, importante mesmo foi a apresentação dum projecto, ideias, objectivos para Portugal. Relevante foi a preocupação em apresentar uma alternativa credível e realista de Governo, com coragem e determinação.
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