A Banca é naturalmente um dos sectores mais afectados, com o britânico Barclays a dar um trambolhão de 13% para os 209,5 pence, e o Morgan Stanley a recuar 6,6% para os 11,72 dólares na Bolsa de Frankfurt, depois a Moody's ter anunciado que pode cortar o 'rating' de crédito do banco norte-americano, devido aos receios de que a crise financeira ameace os ganhos e a confiança dos investidores na instituição.
Também a E.ON, a maior energética alemã, se destaca pela negativa, ao desvalorizar-se em 9,3% para os 25,62 euros.
Mais de 4 biliões de dólares desapareceram dos mercados de capitais em todo o planeta, mesmo depois de os maiores bancos centrais mundiais, desde Londres e Frankfurt a Washington e Hong Kong, terem sido forçados a cortarem de emergência as suas taxas directoras, depois de a crise de crédito, que dura já há mais de um ano, ter aumentado os receios de que bancos irão ficar com falta de liquidez.
Assim, o FTSE-100 de Londres desvaloriza 5,55% para os 4074,59 pontos, o CAC-40 de Paris baixa 6,72% para os 3211,30 pontos e o S&P/MIB de Milão perde 7,98% para os 21 126,00 pontos, enquanto que o DAX Xetra de Frankfurt cai 7,79% para os 4506,34 pontos e o Ibex-35 de Madrid recua 6,20% para os 9289,00 pontos.
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