As praças asiáticas estão a ser pressionadas sobretudo pelos tÃtulos do sector Energético, numa altura em que as cotações do petróleo seguem abaixo dos 44 dólares nos mercados internacionais.
Destaque para a BP, a segunda maior petrolÃfera europeia, que perdia 3,1% para os 495,75 pence, acompanhada na queda pela Royal Dutch Shell, a maior companhia do sector da região, cujas acções recuavam 2,2% para os 1,625 pence. Por sua vez, a Total, a terceira maior, perdia 3,3% para os 39,84 euros.
Também a BHP Billiton tombava 4,3%, penalizada pela queda do preço do cobre pelo sétimo dia consecutivo.
Nota ainda para o grupo holandês TNT, a segunda maior empresa de entregas-expresso da Europa, que perdia 2,8%, depois de o Deutsche Bank ter recomendado a venda dos tÃtulos do grupo.
Ontem, a Bolsa de Nova Iorque encerrou negativa, pressionada pelos receios de que a General Motors pode declarar falência, e depois de o Merrill Lynch ter ontem previsto que o petróleo pode cotar abaixo dos 25 dólares por barril, em 2009.
Hoje, os investidores estão a espera dos números relativos ao emprego nos Estados Unidos, e os peritos estimam que o número de postos de trabalho eliminados, no mês passado, tenha ascendido aos 333 000, o valor mais alto desde Julho de 1882, em mais um sinal de que a recessão na maior economia do mundo se está a agravar.
Assim, às 8h36, o Ibex-35 de Madrid desce 2,26% para os 8636,80 pontos, o CAC-40 de Paris baixa 2,55% para os 3080,69 pontos e o Mib-30 de Milão perde 1,25% para os 18 674,00 pontos, enquanto que o DAX Xetra de Frankfurt cai 2,63% para os 4444,08 pontos e o FTSE-100 de Londres tomba 1,59% para os 4097,29 pontos.
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