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Sinusite
(sinusite@sinusite.pt)
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Deveriam era isentar de IVA os produtos que promovem a eficiência energética, nomeadamente, isolantes de paredes, lâmpadas de baixo consumo, vidros duplos e janelas de RPT. Deviam subir impostos sobre produtos ineficientes, nomeadamente os produtos com classes de consumo mais elevados. E promover realmente a microgeração aumentando a capacidade de registo de 10 MW/ano 2 MW/mês para cinco vezes mais ou mesmo mais. Isso era actuar e não poesia!
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Ana Rita
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Será que desta vez conseguimos cumprir o objectivo de até 2020 aumentar em 50% a eficiência energética portuguesa ? È bem mais do que a UE pretende, no entanto será muito bom se atingirmos essa meta.Trata-se do futuro de todos nós portanto é bom que se comece a trabalhar mais e a discutir menos. Estou pronta a colaborar enquanto cidadã.Espero que todos estejam.
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tt
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O ingénuo pensa que os outros compram as ideias ambientalistas da Europa. O que se está a passar é a assitir a uma transferência de riqueza sem paralelo do mundo democrático ocidental para as ditaduras emergentes, que se não for posta em causa imediatamente poderá como já se nota por em causa a civilização ocidental. Basta de tretas. Fechar as fronteiras da europa. Taxar exportações para a OPEP. Taxar importações da China. Desenvolver fortemente a Energia Nuclear, e a economia do hidrogénio. Impedir a emigração. Abandonar a ONU e criar uma ONU de países democraticos de modelo ocidental. Se fizessem isto, já faziam alguma coisa.
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tt
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Energia nuclear já! Perseguir moinhos de vento?
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Coimbra
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O ministro tem razão. Penso que esta é uma oportunidade única para que todos nos empenhemos numa mudança estrutural, que servirá de resposta adequada e sustentada a esta economia selvagem. O primeiro passo passa pela atitude individual no sentido de uma maior eficiência energética. O segundo passo, é talvez mais dificil, mas consiste na adesão a tudo o que for fonte de energia renováveis, dando assim claros sinais à ecomomia do sentido da procura.
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Tribunus
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Onde descobriu isto, o melhor ministro
do governo?
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ZeBeiras
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Como diria o outro, "tarde piasteis!" Então era só gozar da mão de obra barata dos amigos chineses e indianos? Deslocalizar? Globalizar? Acordaram os gigantes adormecidos e agora deitam mãos à cabeça? Não mudem de agulha não, que não tarda estão agarrados à enxada e com uma arma às costas...
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Harf
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sr ministro é urgente transformar as suas palavras em actos. Tem seguramente o apoio da maioria esmagadora dos portugueses. O mais humilde cidadão já tomou consciencia da crise e da sua causa: combustíveis fósseis.
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Joaquim Arruda
(jarruda@sapo.pt)
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Sr. tt - as suas opiniões são partilhadas por muita gente, inclusive intelectuais não-politicamente correctos. A Esquerda matou Deus na Europa e propagou a "culpa branca" de tal forma que os brancos cristãos morrem e não têm filhos pois não acreditam em Deus nem nas gerações futuras.
Vejam os nativos americanos antes e depois da chegada dos Europeus. Será que a mesma coisa poderá acontecer aos nativos Europeus?
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Vidente
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Os vencedores de hoje serão os derrotados de amanhã.Sempre foi assim. O petróleo há-de ser mais barato que a água e ninguem o quererá.
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Vidente
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Os vencedores de hoje serão os derrotados de amanhã.Sempre foi assim. O petróleo há-de ser mais barato que a água e ninguem o quererá.
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Ribeiro
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Consta que os directores e administradores da C.P. tèm carros novos.
Se assim for onde está a crise numa empresa que está técnicamente falida?
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Nuno
(nunoalex@hotmail.com)
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Harf: Não seja ingenuo este indivuduo é o mesmo que ainda há uns meses dizia que está tudo bem e que não há crise nenhuma
Estes vermes politicos dizem das bocarras para fora o que lhes convem e quando lhes convem.Quem come o que eles dizem á colherada só pode ter dissabores
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eduardo neto
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O preço actual do petroleo é obra de especuladores.O problema é travar estes
inimigos do ocidente dependente deste combustivel e assim a solução é desenvolver ja energias alternativas o que já devia ter acontecido há muito tempo
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JM
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Concordo como vidente!
Aqueles que estão a servir do petróleo para nos tentarem humilhar ainda vão acabar de mão estendida...
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Portugal a deslizar para o fundo
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Antigamente havia um pensamento para a Nação e políticas claramente definidas para cada área da governação. Agora é bocas, bocas, bocas e há-de ser o que Deus quiser.
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zefir
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Concordo com tt.
Tem mt razao, andamos todos adormecidos, por meia duzia de capitalistas ocidentais que lucram com tudo isto, enquanto a comunicação social nos adormece.
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Norberto Pereira Duarte
(njpereira@mail.tmn.pt)
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Manuel Pinho lançou um alerta extremamente pertinente e actual quando o sistema económico e o mercado entraram em perda sem uma recuperação rápida á vista. Em Novembro os Estados Unidos aí estarão com soluções que antes de mais serão para a reabilitação interna, com o dólar a recuperar aumentando as dificuldades dos pequenos países dependentes da importação do petróleo.
A formação de uma equipa pluridisciplinar de especialistas e técnicos da indústria para a discussão e elaboração das estratégias para a substituição petróleo deverá ser uma prioridade política imediata deste e demais governos europeus, quando as alternativas tecnológicas estão já disponíveis e razoavelmente maduras, como sejam os automóveis eléctricos com baterias nanotubulares de alto rendimento, automóveis híbridos, automóveis propulsionados por hidrogénio, com pilhas de combustível ou com motores de combustão interna, com as válvulas controladas opticamente pela luz emitida na combustão.
Os capitais deverão ser mobilizados internamente e externamente para o lançamento da nova indústria automóvel, retomando técnicos e gestores como o Eng. António Sérgio Laranjeira, por exemplo, que souberam abrir a Ford em Valência e coordenar o projecto FIESTA e que estranhamente nunca foram chamados a ensinar como se projecta e constrói um automóvel de sucesso.
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bull
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O Governo começa a entender que é preferível "abrir" os olhos para a crise, do que continuar a desmenti-la porque ela (a dita crise) já "lhes" está nas barbas, a eles, e nos nossos bolsos (há muito). Mas não acho que o Sr. Ministro seja ingénuo - antes pelo contrário, o "timing" para reconhecer a incapacidade do Governo para lidar com esta situação é muito bem escolhido: falta 1 ano para as eleições. E então avança com a apregoação de boas intenções, tais como passar a meta dos 20% para os 50%, chamando à baila os tais factores externos, que só são tidos em conta quando interessa. Mas atenção, Sr. Ministro, o "eleitorado" que tem que convencer não é mesmo que tem convencido (ou manietado) nos últimos 3 anos, em Portugal. Não, pelos vistos, pretende convençer a UE (i. e., 27 comissários e o Parlamento Europeu). Desejo-lhe boa-sorte, embora gostasse de não esperar até 2020 para ver se o conseguiu. Já agora, 2 sugestões: 1) tente também convencer a UE a aprovar a Lei Robin dos Bosques (lucros das petrolíferas)- muito mais realista e pragmática do que a dos 50%; 2) Se não conseguir, porque não fazer como o governo italiano e aprová-la cá em Portugal? Não baixava o preço do petróleo, mas indirectamente mitigava o efeito da alta do preço.
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E a situação económica portuguesa também é insustentável !
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Talvez não seja má ideia, isentar de contribuições para a segurança social e ADSE os jovens até aos 30 anos. Mesmo os que estejam empregados.
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Os bancos já estão a oferecer juros líquidos nos depósitos a prazo, na ordem dos 5%
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A inflacção aí está a fazer aumentar o preço do dinheiro. Assim quem tiver aplicações que rendam menos de 4% líquidos, o melhor que têm a fazer é negociar com os bancos porque podem encontrar melhores investimentos, sem riscos.
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