Nacional - Economia

QREN 2008-07-08 18:55

PME vão ter linha de crédito de 750 milhões de euros

O Governo assinou um protocolo com a banca para criar uma linha de crédito de 750 milhões de euros para as Pequenas e Médias Empresas (PME), anunciou o ministro da Economia, Manuel Pinho.

Diario Económico Online

A medida agora concretizada foi anunciada no Parlamento, pelo primeiro-ministro, ainda em Maio, como um incentivo para ajudar as empresas a ultrapassarem os efeitos da crise financeira que entretanto se alastrou à economia real.

Ao falar durante a apresentação da nova linha de crédito, e citado pela Reuters, o ministro disse que "as PME são espinha dorsal da economia (...) o petróleo e as taxas de juro aumentaram muito desde há cinco anos e, para responder a isso, temos de ser mais activos".

Segundo o governante, as PME, que representam 99,6% do tecido empresarial português, podem beneficiar de uma taxa de juro equivalente à Euribor a três meses deduzida de 125 pontos base.

A nova linha de crédito pode ser usada como fundo de maneio ou para investimentos das PME, acrescentou Manuel Pinho.


Comentários
 
Alves (bocamolle@hotmail.com)
A Europa devia criar era uma linha de crédito mas para todos os "Portugas" que trabalham como "burros" e ganham uma miséria! Se na Europa o ordenado médio são mais de 1000 euros em Portugal nem 500....Ainda ninguem se lembrou...!!Onde vão as PME'S investir esse dinheiro e para quê se o mercado (lá fora, o de cá nem conta!) está parado e o que falta é pessoal que compre pois não há dinheiro!?Não seria melhor aumentar os ordenados minimos e congelar os ordenados maximos?!
 
pinóquio (pinoquio@sapo.pt)
O Sócrates deve continuar a exigir à ASAE para fechar mais empresas. Assim é mais fácil os espanhois e os restantes da europa entrarem no mercado livre. Viva o Sócrates e o trabalho que ele está a fazer a fechar empresas portuguesas. viva o desemprego. Viva a arrogância do Sócrates e dos seus palhaços.
 
paulo
sr. ministro, as famílias mais carenciadas deste país pagam um bom prémio aos bancos (spread), que os alimenta em milhões. Além do mais, mesmo em situação difícil, continuam a pagar os seus impostos. Agora, as PME, se não tiverem lucros, não pagam IRC. Este benesse, não se deveria estender também às ditas famílias? O que o senhor está a oferecer é dinheiro dessas famílias carenciadas, não é nada seu. Atenção! Muitas pessoas estão com a corda na garganta e, não têm que chegue para medicamentos e alimentação, talvez porque estejam a pagar um prémio chorudo demais à banca.
 
JN
Os particulares também desejam poder ter acesso a uma linha de crédito e poder beneficiar de uma taxa de juro equivalente àa Euribor a três meses deduzida de 125 ponos base. Muitos resolveriam melhor as suas dificuldades causadas pelo aumento dos impostos e dos preços dos produtos. Serem só as empresas a beneficiarem do dinheiro barato e os particulares que chuchem no dedo... mostra que os cidadãos ficam sempre para depois !
 
Selvagem (c-f-almeida@hotmail.com)
Agora é uma boa altura para renovar a frota de topos de gama da familia, investir numa casinha no allgarve ou no brasil e se sobrar alguma coisinha vai para a conta offshore.
 
João
Sendo bem certo que todos precisam de melhorar os seus níveis de vida pois a crise está instalada,também não é menos certo dizer que o Povo Português é consumista por natureza e a prova disso é o endividamento das familias bem como o crédito mal parado a aumentar. Parece-me também correcto dizer que sem empresas e sem postos de trabalho não há remunerações (nem altas nem baixas).Portanto há muita coisa a fazer (nomeadamente poupar e prescindir de algumas coisas fúteis e desnecessárias)e também facilitar a vida a quem paga mais impostos ao estado que são sem dúvida alguma as empresas.
 
 
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