Até 20 mil milhões de euros (Act.) 2008-10-12 13:52
Governo garante empréstimos entre bancos
O Executivo de José Sócrates vai passar a garantir os empréstimos interbancários realizados por bancos com sede em Portugal, até aos 20 mil milhões de euros. O anúncio foi feito há minutos pelo ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, em conferência de imprensa, após um Conselho de Ministros extraordinário para analisar a crise financeira e discutir o Orçamento do Estado para 2009.
Mafalda Aguilar
O titular da pasta das Finanças, citado pela SIC, afirmou que o Governo vai "prestar uma garantia às operações de financiamento que doravante sejam levadas a cabo pelas instituições de crédito sedeadas em Portugal", num montante que pode chegar aos 20 mil milhões de euros.
Isto significa que quando qualquer banco sedeado em Portugal pedir emprestado dinheiro a outra instituição, no mercado interbancário, o Estado assumirá a responsabilidade em caso de incumprimento. Com esta garantia, os bancos obterão assim com mais facilidade os empréstimos.
Questionado sobre se a medida terá impacto no Orçamento do Estado para 2009, Teixeira dos Santos disse que, para já, essa situação não é expectável. "É uma garantia, o Estado afirma que chama a si a responsabilidade num caso de um incumprimento, mas não e esperado que tenha impacto nas projecções orçamentais para 2009." Segundo o ministro, a garantia representa 11,7% do Produto Interno Bruto (PIB) português.
O governante destacou ainda a importância de os bancos terem condições de financiar a actividade económica, "porque sem ela não haverá crescimento nem progresso."
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Excelente
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Os nÃveis de confiança estão a voltar. Óptimo. O sistema financeiro estava doente. Com os medicamentos deste fim de semana, a sua recuperação será rápida. Nada melhor do que ver novamente o sistema financeiro cheio de saúde!
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Emprestar
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A CGD emprestou ao BPN 200 Milhões! É preciso que as instituições comecem a emprestar e aplicar dinheiro umas nas outras. Se uma começar a faze-lo...as outras seguiram os mesmos passos e a confiança entre instituições será restaurada.
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arantes da silva
(arantesdasilva@gmail.com)
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O Estado ao assumir a condição de garante assume-se como "principal pagador". Assim, os empréstimos entre bancos parecem firmes. Em face da condição que o Estado assume, o Banco de Portugal deverá também fixar o rácio de solvabilidade a cumprir pelo Estado, para evitar a sua insolvência.
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José N M Joaquim
(jmatajoaquim.pt@hotmail.com)
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Acho óptimo que se introduza neste paÃs a regra essencial do mercado que é a "confiança". Se começamos a desconfiar uns dos outros é uma desgraça constante para a economia do paÃs. O paÃs só pode crescer com trabalho e confiança e que sejam punidos os prevericadores se os houver
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Não a milagres!!!!!!!!!!!!!
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Não acreditem em milagres, os grandes bancos nacionais não tem liquidez para eles quanto mais para andar a emprestar a outros que ate os clientes já andam a fazer grandes resgates de dinheiro. E o que eu consegui perceber e que o governo só presta a garantia a bancos que demonstrem que tem condições para fazer face a essas obrigações…………. E neste momento quantos e que dão essa garantia???
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Sousa
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Mas ... Mais importante do que salvar o sistema financeiro , é julgar os culpados, Admnistradores de Bancos e empresas que gastam o que não é seu, que lidam com os dinheiros das empresas a seu belo prazer sem se importarem com as consequencis que isso pode trazer devem ser eliminados do nosso sitema. Muito desse dinheiro é gasto levianamente e ainda ais importante do que os seus vecimentos são as mordemias que esses senhores recebem, carros, e carto~es de crédito em nome do banco sem limites
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