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Auto-estradas 2008-10-06 13:58

Consórcios apresentam proposta final para Auto-Estrada Transmontana

Os consórcios Auto-Estrada XXI e Auto-Estrada de Trás-os-Montes apresentaram hoje a sua proposta final (Best and Final Offer) no Concurso Público Internacional para a subconcessão da Auto-Estrada Transmontana, que vai ligar Vila Real a Bragança, ao qual se apresentaram seis grupos e um total de 44 empresas.

Eudora Ribeiro

De acordo com um comunicado hoje divulgado pelo Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, esta concessão será co-financiada pelo Banco Europeu de Investimento (BEI), e a decisão final da Comissão de Avaliação sobre o vencedor será tomada até ao final do mês de Outubro.

O mesmo documento avança que o consórcio Auto-Estrada XXI é constituído pela Sociedade de Construções Soares da Costa, SA; Soares da Costa Concessões, SGPS, SA; FCC Construcciones, sa; Ramalho Rosa – COBETAR, Sociedade de Construções, SA; GLOBAL Via Infraestruturas, SA; Operália Infraestruturas, SA; Mantenimiento de Infraestructuras, SA.

Por sua vez o consórcio AETM – Auto-Estrada de Trás-os-Montes é integrado pela Somague Itinere; MSF – Moniz da Maia Serra e Fortunato Empreiteiros, SA; MSF – Concessões, SGPS, SA; Somague Engenharia, SA; Itinere Infraestruturas, SA.

A mesma fonte informa que a Auto-Estrada Transmontana (IP4), que terá 130 km de extensão, vai contribuir decisivamente para a coesão territorial e para a redução das taxas de sinistralidade, acrescentando ainda que esta concessão vai beneficiar directamente cerca de 250 mil portugueses residentes nos concelhos de Amarante, Mondim de Basto, Vila Real, Sabrosa, Murça, Alijó, Mirandela, Macedo de Cavaleiros e Bragança.

Recorde-se que estas construtoras, que estão a disputar as fases finais de negociações das concessões de auto-estradas de Trás-os-Montes – Auto-estrada Transmontana e Douro Interior, tinham pedido ao Governo o adiamento das datas para entrega das suas propostas finais, por dificuldades técnicas e de financiamento.



Comentários
 
t.jesus
E foram muitos os filhos de Trás os Montes que morreram no IP4!
 
jrdesiludido
Acho muito bem que a auto-estrada chegue a Trás-os-Montes, pois são tão portugueses como todos os outros. Espero que pela via das auto-estradas, todo o interior, quase deserto, que faz fronteira com Espanha, finalmente comece a evoluir. Eu sou dos que emigraram para o litoral na década de 60, e estou a pensar retornar à Beira Baixa. Acredito que o movimento das últimas décadas para o litoral do país, dentro de alguns anos, que deixou meio Portugal deserto ou quase, se inverta. A seguir às auto-estradas, os governos têm que fazer o mesmo com o caminho de ferro. Disse...
 
alberto g. farelo (albertogfarelo@.IMAIL.PT)
A ESTRADA TRASMONTANA E UMA DAS OBRAS MAIS- NESSESARIAS DO PAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE TRANSMONTANO E SUAS GENTES ESPERO QUE SEJA UMA REALIDADE
 
 
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